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Reconhecimento facial com responsabilidade

Como usar o reconhecimento facial com responsabilidade?

O recurso de reconhecimento facial nunca deve ser usado de maneira que viole os direitos do indivíduo, incluindo o direito à privacidade, nem para tomar decisões autônomas em situações que exigem uma análise humana. Por exemplo, quando um banco usa ferramentas em um aplicativo financeiro para autenticar a identidade do cliente, o banco sempre deve comunicar com clareza a forma como usa a tecnologia, pedindo que o cliente aprove os termos e condições. Com relação à segurança pública e aplicação da lei, acreditamos que os governos estão livres para trabalhar com agências de segurança para desenvolver políticas de uso aceitável de tecnologias de reconhecimento facial que protejam os direitos dos cidadãos e permitam que as autoridades protejam a segurança do público.

Em todos os cenários de segurança pública e aplicação da lei, tecnologias de reconhecimento facial devem ser usadas apenas para restringir o campo de possíveis correspondências. Os resultados ajudam os agentes a obter rapidamente um grupo de possíveis rostos que depois passa por uma análise humana mais aprofundada. Considerando a seriedade dos casos de uso na segurança pública, o software de reconhecimento facial não deve ser usado de forma autônoma, sendo a análise humana necessária para aprimorar o reconhecimento facial.

Como afirma o Dr. Matt Wood, “Machine Learning é uma ferramenta muito valiosa para ajudar as agências de aplicação da lei e, embora sua aplicação correta seja uma preocupação, não devemos ignorar esse recurso. Uma ideia razoável é que os governos indiquem os níveis de confiança ou até que ponto querem que as agências de aplicação da lei utilizem essa tecnologia no trabalho de segurança pública.


Fonte: https://aws.amazon.com/pt/rekognition/the-facts-on-facial-recognition-with-artificial-intelligence/